Nova Resolução para as STEs
PÁGINAS DO BLOG
Pesquisar este blog
PROJETO: CONHECENDO A HISTÓRIA DE IGUATEMI ATRAVÉS DA MEMÓRIA ORAL.
PROJETO INTERDISCIPLINAR ENVOLVENDO LINGUA PORTUGUESA E HISTORIA.
RECURSOS HUMANOS:
Professora responsável: Miriam Krenczynski
Estudantes: 20 alunos do 4º ano B do Ensino Fundamental
OBJETIVOS:
Trabalhar a historia oral e memória.
Valorizar depoimentos de pessoas pioneiras na construção da historia de Iguatemi.
Permitir aos alunos estabelecer relações entre fatos, conceitos e procedimentos, possibilitando construções mais amplas sobre a história do município.
Relacionar experiências cotidianas com os registros históricos.
Produzir textos narrativos e informativos a partir da entrevista.
JUSTIFICATIVA:
O Referencial Curricular da Educação Básica da Rede Estadual de Ensino do MS, para o 4º ano do Ensino Fundamental consta a necessidade de ministrar conhecimentos relativos a história do município, identificando as transformações ocorridas, fatos importantes da evolução política, econômica e social do município. Por outro lado no ensino da Língua Portuguesa prevê a produção de textos narrativos e informativos.
A realização da entrevista e a produção do texto narrativo estará atendendo os requisitos interdisciplinares.
METODOLOGIA
Utilizar a narrativa e depoimento de uma pioneira na retratação da história oral com a finalidade de conhecer a realidade vivida pelos antepassados, a cultura, as transformações ocorridas nos processos históricos. Utilizar-se da entrevista para propiciar o relato oral levando os estudantes compreender que é possível buscar nas lembranças históricas os fatos vividos, reconstruir o passado e a trajetória do grupo social ao qual pertenciam.
Para tanto será aplicado, em duas aulas anteriores, conteúdos relativos a história do município. Em aula posterior será elaborado um questionário, com os estudantes do 4º ano B do Ensino Fundamental, com o objetivo de entrevistar pessoa pioneira do município, abordando questões relativas a vida cotidiana dos antepassados, costumes, hábitos e valores. Continuando, em uma 3ª. aula será convidada, uma pessoa nascida em Iguatemi, com mais de 60 anos para comparecer na sala de aula. Os estudantes promoverão anotações do depoimento emitido para posterior construção de um texto, como resultado da entrevista. Em aulas de Língua Portuguesa será elaborado o texto narrativo, de posse das anotações promovidas pelos estudantes.
RESULTADO:
Com o intuito de contribuir para a construção de uma prática pedagógica inovadora do ensino de historia foi aplicado, durante o mês de maio de 2011, o projeto interdisciplinar envolvendo Língua Portuguesa e História: “CONHECENDO A HISTÓRIA DE IGUATEMI ATRAVÉS DA MEMÓRIA ORAL”. O Projeto foi desenvolvido com 20 alunos do 4º ano B, do Ensino Fundamental, utilizando 4 aulas para realização total das atividades. A entrevista resultou na composição do seguinte texto narrativo.
DONA ELOIR – UMA PIONEIRA DE IGUATEMI
Dona Eloir da Silva Waloszeck nasceu em Iguatemi no ano de 1947. Seus pais eram Lindolfo Martins Farias e Dona Eufrazina.
O Senhor Lindolfo nasceu em Iguatemi em 1914 e foi o primeiro Juiz de Paz do município.
Em 1909 seu avô Francisco Martins Rodrigues veio morar em Iguatemi.
Segundo Dona Eloir o município, no passado, tinha poucas casas, muitas dificuldades, não existiam ruas, eram picadas no meio do mato. Depois as ruas eram cheias de areia e buracos.
Não existia televisão, geladeira, nem luz elétrica. Para brincar as crianças subiam nas árvores, pulavam corda e brincavam de amarelinha.
Não existiam farmácias e hospitais. Os remédios eram de plantas.
A primeira escola chamava-se Escola Estadual Dr. Fernando Correia da Costa, hoje “8 de Maio”.
As famílias se alimentavam com carne, feijão, mandioca, milho e carne de porco ou gado. Para conservar a carne faziam charque e a carne de porco guardavam na lata de banha.
Quando Dona Eloir era criança não existia Igreja, as pessoas se reuniam em uma casa para rezar, quando um Padre vinha para Iguatemi. Nesta ocasião eram feitos os casamentos e os batizados.
As viagens eram feitas a cavalo ou de “jardineira”(espécie de caminhão). Não existiam fotógrafos, por isso as pessoas não possuíam documento de identidade.
O ferro de passar roupa era a brasa. As pessoas tomavam banho no riacho, ou em tinas, de canequinha.
Não existiam empregos. As pessoas trabalhavam em família, os filhos ajudavam os pais a plantar, colher, tirar leite e cuidar dos animais.
A Imaculada Conceição é a padroeira do município. Esta cultura religiosa foi trazida pelos paraguaios.
A primeira Prefeitura e a Câmara Municipal estavam instaladas na antiga rodoviária.
Os alunos do 4º. Ano B Vespertino agradecem os ensinamentos de Dona Eloir e lhe desejam felicidades.
18 de Abril Monteiro Lobato e o Dia Nacional do Livro Infantil
♦Cecília Welter Ledesma
- Dar visibilidade social criando oportunidade de intercambio entre os índios domiciliados na Aldeia Porto Lindo, com alunos da E.E Paulo Freire;
- Compreender a importância da cultura indígena na História de Iguatemi, promovendo a socialização de saberes.
- Conhecer e Valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro, bem como aspectos socioculturais de outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de etnia ou outras características individuais e sociais.
- Respeitar os índios possibilitando a construção da cidadania numa sociedade pluri-étnica e pluricultural;
- Conhecer e valorizar a historia e as manifestações indígenas como: lendas, danças, crendices, alimentações;
- Debater hábitos e costumes, identificando semelhanças e diferenças no habitat, vestuário, armas, instrumentos musicais;
- Comparar o tempo cultural urbano com o da cultura indígena: ex: medida do tempo através do sol, estações do ano;
- Conhecer as formas de trabalho realizadas pelos índios (braçal e intelectual) e estabelecer relações com a história;
- Reconhecer através de palavras do contexto indígena as vogais e consoantes, mantendo a comunicação escrita (carta) entre alunos da Escola localizada na Aldeia com alunos lotados na EE Paulo Freire;
- Promover a socialização através da realização de torneios esportivos, visitas a Aldeia, entrevistas e palestras com o chefe indígena;
- Despertar a consciência ambiental e ecológica, bem como o papel de cada um na solução dos problemas relacionados a preservação da vida no planeta.
JUSTIFICATIVA:
Seguindo essa mesma linha de princípios a Lei Federal nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que trata das “Diretrizes e Bases da Educação Brasileira”, declara a necessidade da educação diferenciada aos índios, que deve ser bilíngüe e intercultural com os objetivos de proporcionar recuperação de suas memórias históricas; a reafirmação de suas identidades étnicas; a valorização de suas línguas e ciências; além de garantir aos índios, suas comunidades e povos, o acesso às informações, conhecimentos técnicos e científicos da sociedade nacional e demais sociedades indígenas e não-índias.
Para que isso aconteça de forma satisfatória a EE Paulo Freire aplicara este Projeto com atividades pedagógicas específicas, incluindo conteúdos culturais correspondentes às respectivas comunidades indígenas da localidade; elaborando e publicando sistematicamente material didático diferenciado de acordo com a cultura do povo indígena.
Projeto: "Grande Circo da Alegria"
Reunião com os líderes e vice-líderes de todas as turmas
Projeto Foliando no Carnaval

A TODAS AS MULHERES SONHADORAS E LUTADORAS
Nada mais contraditório que ser mulher...
Mulher que pensa com o coração,
age pela emoção e
vence pelo amor.
Que vive milhões de emoções num só dia
e transmite cada uma delas num único olhar.
Que cobra de si a perfeição
e vive arrumando desculpas para os erros daqueles a quem ama.
Que hospeda no ventre outras almas,
dá a luz e depois fica cega,
diante da beleza dos filhos que gerou.
Que dá as asas,ensina a voar
mas não quer ver partir os pássaros,
mesmo sabendo que eles não lhe pertencem.
Que se enfeita toda e perfuma o leito,
ainda que seu amor nem perceba mais esses detalhes.
Que como uma feiticeira transforma em luz e
sorriso as dores que sente na alma,
só pra ninguém notar.
E ainda tem que ser forte, pra dar os ombros para
quem neles precise chorar.
Feliz do homem que por um dia souber,
entender a Alma da Mulher...
Rosângela Hespanhol


























- Follow Us on Twitter!
- "Join Us on Facebook!
- RSS
Contact